Soldador trabalhando com máscara de proteção dentro da oficina

Desde 1966

Trabalhamos muito para você trabalhar melhor.

A maior marca de workwear do Brasil veste milhares de pessoas e empresas que não abrem mão de alta performance.

  • 1966

    Fundada em 1966 para fazer fardamento militar. O primeiro cliente? A Polícia Militar de Minas — que está com a gente até hoje.

  • Dezenas

    de corporações atendidas pela Citerol — polícias militares, polícia penal, bombeiros, guardas municipais e polícias civis — em todo o Brasil.

  • +10 mil

    empresas por ano compram uniformes na Citerol.

  • +90 mil

    pessoas por ano compram workwear de alta performance da Citerol para usar em ação.

Quem vestimos

Corporações, empresas e você.

Policial militar de boina, com a camisa de combate tática da corporação

Corporações

Referência nacional em fardamento militar.

Polícias militares, polícias civis, polícia penal, corpos de bombeiros e guardas municipais: dezenas de corporações, em todos os cantos do Brasil, entram em serviço vestindo Citerol. Algumas chegam por licitação — com edital, especificação técnica e prazo. Outras chegam pela loja: o policial que compra a própria farda porque sabe o que aguenta. Nos dois casos a régua é a mesma. A peça tem que sair idêntica, lote após lote, exatamente como a corporação desenhou — e há sessenta anos é assim. É por isso que o primeiro cliente, a Polícia Militar de Minas Gerais, continua cliente desde 1966.

Licitações e grandes volumes: (31) 3506-6989
Barbeiros atendendo clientes, de camisa preta bordada com a marca da barbearia

Empresas

Sua marca no peito da equipe.

Uniformizar a equipe costumava ser burocrático: orçamento, pedido mínimo, semanas de espera. Na Citerol não é. A pequena e a média empresa escolhem a peça, sobem a logomarca, veem o bordado na tela e fecham o pedido — cinco camisas ou cinco mil, sem mínimo e com entrega rápida em qualquer lugar do Brasil. A grande empresa ganha um projeto próprio: peça desenvolvida do zero, com o tecido, a modelagem e a identidade que a operação pede. É assim que mais de dez mil empresas por ano vestem a equipe, da barbearia da esquina à montadora.

citerolparaempresas.com.br
Homem de camisa de trabalho Citerol em um pátio industrial

Você

Workwear, no Brasil, tem nome.

Foi a Citerol que desenvolveu esse estilo por aqui: roupa de trabalho com a exigência de uma farda e o desenho da vida real. Hoje é a maior marca de workwear do país e a referência do segmento — a marca que define o que workwear brasileiro é. Cada peça nasce de uma pergunta — isso aguenta? — e tecido, reforço e costura respondem a ela antes de qualquer tendência. Noventa mil pessoas por ano escolhem Citerol sem que ninguém tenha mandado, e uma comunidade de milhares acompanha cada lançamento nas redes como acompanha um time. Não é moda de trabalho. É a roupa de quem faz.

citerol.com.br

Dentro da fábrica

Feito no Brasil, por brasileiros.

  1. 01
    Mão desenhando a modelagem de uma camisa polo em papel

    Desenvolvimento

    Nenhuma peça chega à loja antes de ser testada até cansar. Modelagem, bolso, reforço, caminho da costura: cada detalhe é desenhado, provado no corpo e revisado — e volta para a prancheta quantas vezes for preciso. A peça só passa quando não tem mais o que corrigir.

  2. 02
    Rolos de tecido de várias cores no estoque da fábrica

    Matéria-prima

    Tecido, linha, botão, zíper: tudo escolhido a dedo, com um critério só — entregar conforto, resistência e performance ao mesmo tempo. Material que atende dois e falha no terceiro não entra.

  3. 03
    Mesa de corte automatizado da fábrica com o tecido estendido

    Corte

    Corte automatizado, guiado por computador. O molde é encaixado antes de a máquina encostar no tecido, e o resultado é padrão: a peça mil sai idêntica à peça um, com uma precisão que tesoura nenhuma dá.

  4. 04
    Costureira da Citerol na máquina, de uniforme preto, costurando uma peça azul

    Costura

    Equipe especializada e máquinas de alta performance, célula por célula. Tem gente aqui com quarenta anos de máquina, e cada peça anda com a ficha técnica que saiu do desenvolvimento — nenhuma sai da linha sem ela.

  5. 05
    Agulha da máquina de bordado formando a logomarca de um cliente sobre tecido preto

    Bordado

    Bordado de alta resolução: a sua logomarca vira ponto com a definição da arte original, cor por cor. Você aprova na tela antes, e nada é bordado sem esse sim.

  6. 06
    Passador da Citerol conduzindo o ferro a vapor sobre uma peça

    Acabamento

    Vapor, medida e conferência peça a peça. É a última vez que a Citerol vê a roupa antes de você — e por isso é onde o cuidado é maior. Só depois daqui a caixa fecha.

Vídeo

Você já viu como um uniforme é produzido?

Confira o vídeo e conheça todos os detalhes da produção de um uniforme de alta performance.

Auditados por terceiros

O que não depende
da nossa palavra

Nenhuma empresa deveria ser levada a sério só porque diz de si mesma que é séria. Por isso a Citerol se submete a auditoria de terceiros: gente de fora que entra na fábrica, abre os processos, percorre a cadeia de fornecedores e diz se está ou não está. Os três certificados estão aqui embaixo, abertos, para quem quiser conferir.

Selo Ouro ABVTEX

Selo Ouro ABVTEX

É o selo mais rigoroso da indústria têxtil brasileira e o que olha para o lado mais incômodo do setor: quem costura. A auditoria percorre a cadeia inteira atrás de trabalho informal, escravo ou infantil — e reprova quem tiver. Ouro é o nível mais alto da escala, e é preciso reconquistar a cada ciclo.

Organismo de auditoria
ABNT — 3144458164977
Ver certificado
Certificação ISO 9001:2015

ISO 9001:2015

É a norma internacional de gestão da qualidade. Na prática, ela exige que cada etapa — desenvolvimento, fabricação, venda — tenha processo escrito, responsável com nome e registro do que aconteceu. É o que impede que a qualidade de uma peça dependa de quem estava de plantão naquele dia.

Concedida por
TNV, acreditada pela United Accreditation Foundation (UAF)
Ver certificado
Selo Pölen de logística reversa de embalagens

Selo Pölen

Toda embalagem que sai daqui é compensada numa cadeia de reciclagem rastreada, tocada por cooperativas de catadores espalhadas pelo Brasil. A lei exige a logística reversa; o selo comprova que ela foi feita de verdade — e para quem foi a renda.

Conformidade
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Ver certificado

No que a gente acredita

A vida real não alivia.
Ela cobra. Ela exige. Ela testa.
A Citerol não nasceu para a pose.Nasceu para o uso.
Citerol é ação!
  • Acreditamos no trabalho.
  • Acreditamos na prática.
  • Acreditamos na resistência.
  • Acreditamos na função.
  • Acreditamos na técnica.
  • Acreditamos na disciplina.
  • Acreditamos no esforço.
  • Acreditamos na melhoria contínua.
  • Acreditamos que trabalho duro compensa.
  • Acreditamos que esforço hoje constrói legado amanhã.
  • Acreditamos que produto bom é produto que funciona de verdade.
  • Acreditamos que reputação se constrói com consistência.
  • Acreditamos que força não é pose. É fundamento.

Manifesto dos 60 anos

O tempo reconhece
os fortes

Confira o vídeo que a Citerol fez para os 60 anos, em homenagem aos nossos clientes.

O que nos guia

Missão, visão e valores

Missão

Encantar nossos clientes com roupas, uniformes e acessórios de alta performance, por meio de uma experiência de compra que supera suas expectativas.

Visão

Tornar a Citerol a marca de roupas de trabalho mais reconhecida e amada pelos brasileiros, sendo a primeira opção em sua categoria e um motivo de orgulho nacional.

Valores

  1. Ética e transparência
  2. Foco no cliente
  3. Comprometimento
  4. Colaboração e trabalho em equipe
  5. Proatividade e inovação
  6. Ser um agente de transformação
  7. Responsabilidade econômica
  8. Gerar resultados sustentáveis

Três gerações, uma história

Começou com
dezenove dólares

Sessenta anos, três gerações e um fio só. Nenhum trecho foi fácil — e é por isso que a história continua.

Ato I · 1948 a 1966

O fundador

Ilustração de um jovem com uma mala chegando a uma estação de trem, nos anos 1940
IlustraçãoA chegada a Belo Horizonte, 1948: dezenove anos, dezenove dólares.

1948

Imagina ter dezenove anos e perceber que, se ficar onde está, talvez não exista amanhã. Era assim no Líbano de 1948, em tempos de guerra e escassez, para um jovem chamado René. Foi quando ele ouviu falar de um lugar do outro lado do mundo, chamado Brasil, e enxergou nele uma palavra que valia mais que tudo: oportunidade.

Ele não tinha dinheiro para a passagem nem ninguém do outro lado do oceano. Então fez o impensável: entrou escondido no porão de um navio. Foram dias de frio, fome e escuridão. Mas, quando a esperança é maior que o medo, a pessoa aguenta mais do que imagina.

O Brasil não o recebeu com tapete vermelho. René desembarcou sozinho, com dezenove dólares no bolso, sem falar português, sem casa, sem nada. O sonho tinha virado teste. Uma carona inesperada o levou até Belo Horizonte — uma cidade que ele não conhecia, e que se tornaria o cenário de tudo o que viria.

O caminho para a prosperidade é o trabalho duro.

A frase que o pai lhe ensinou, e que o segurou nas primeiras noites em Belo Horizonte.

René fez exatamente o que a frase mandava. Faxineiro, carregador de malas, porteiro: aceitou tudo, sem reclamar. Porque o primeiro degrau pode parecer pequeno demais, mas é ele que tira você do chão.

E dentro dele havia outra força: o instinto do comerciante. Como bom libanês, tinha o olhar treinado para enxergar oportunidade onde quase ninguém via. Percebeu que em São Paulo havia uma enorme variedade de produtos escassos em Minas — chuquinhas de cabelo, linhas, botões, tecidos — e passou a pegar carona em caminhões até lá, enfrentando longas viagens para comprar mercadoria e voltar a Belo Horizonte e ao interior para revender. Negociava, carregava, vendia, sorria, insistia. Uma venda por vez, até abrir a própria loja em Belo Horizonte.

1966

Foi então que surgiu um convite para ser sócio de uma fábrica de roupas. Por fora, parecia oportunidade. Por dentro, era caos: dívidas por todos os lados, uma empresa à beira do colapso. Mais uma vez a vida o colocava contra a parede. E mais uma vez ele não recuou: enfrentou as dívidas, comprou a parte dos sócios e transformou aquela fábrica em uma fábrica de uniformes militares.

Era 1966. Nascia a Citerol — abreviação da razão social da época, Comércio e Indústria de Tecidos e Roupas. Uma empresa que não nasceu com capital, nem com sorte. Nasceu com coragem.

A prova de que o caminho estava certo veio logo no primeiro ano: a Citerol venceu uma licitação para vestir a Polícia Militar de Minas Gerais. Dali em diante, de licitação em licitação, passou a fardar quem entrava em ação pelo Brasil. Um jovem que cruzou um oceano sem nada tinha construído, com as próprias mãos, o começo de uma grande história. Mas toda grande história precisa atravessar tempestades. E as próximas, ele não atravessaria sozinho.

Ato II · 1982 a 2012

O construtor

Fotografia em preto e branco do escritório da Citerol, com duas pessoas trabalhando à mesa
Arquivo CiterolO escritório da fábrica, nos anos em que a empresa saiu das licitações e entrou no mundo corporativo.

1982

Em 1982, René convidou o filho para caminhar ao seu lado. René Junior chegou com respeito pelo legado e com uma visão clara de onde a Citerol podia chegar. Foi ele quem abriu as primeiras lojas físicas. Foi ele quem levou a Citerol para além das licitações e conquistou o mundo corporativo. E foi ele quem construiu a estrutura sólida que sustenta a empresa até hoje.

Mas quem empreende no Brasil sabe: aqui, nada é simples. Vieram a inflação, os planos econômicos, as crises que desfaziam em semanas o que levara anos para construir. René Junior enfrentou tudo de frente, com a genialidade de quem entendia que, no Brasil, resistir também é uma forma de vencer. E não só resistiu: colecionou conquistas que provaram que o legado do pai estava em boas mãos.

Até que veio um golpe que nenhuma gestão poderia prever. Dois grandes clientes simplesmente deixaram de pagar. A inadimplência foi brutal, o rombo grande demais para ignorar — uma facada nas costas de uma empresa que vinha fazendo tudo certo. De repente, a Citerol estava diante do abismo. Décadas de história, centenas de famílias, tudo ameaçado.

A segunda geração havia resistido a tudo. Agora era preciso uma nova geração.

Ato III · 2013 até hoje

Os irmãos

O escritório novo da Citerol visto do mezanino, com o brasão na parede e a equipe trabalhando
HojeA sede nova, em Contagem: o time que abraçou a história da Citerol como se fosse a própria.

2013

Em 2013, dois irmãos entraram pela porta da Citerol: René Neto e André. Filhos de René Junior, netos do fundador. Chegaram com respeito pela história e com inconformismo diante do que encontraram. Porque não vieram para preservar. Vieram para transformar.

O começo foi duro. A empresa sangrava. Renegociaram, reorganizaram, fizeram o que precisava ser feito — sem glamour, com trabalho. E quando a Citerol recuperou o fôlego, foram além. Vieram novas lojas, com conceito e identidade. Veio o e-commerce, que rompeu as fronteiras de Minas e levou a Citerol para todo o Brasil. Vieram tecnologia, processos, governança.

Nada disso aconteceu sozinho. René Neto e André entenderam que empresa grande não se constrói só com liderança: se constrói com gente. E montaram um time que abraçou a história da Citerol como se fosse a própria.

Hoje

Juntos, transformaram a percepção da marca. A Citerol deixou de ser vista apenas como uma empresa de uniformes e passou a ocupar um território muito maior: o do workwear. Roupas, calçados e acessórios de alta performance, feitos para quem trabalha, produz, protege, constrói e move o Brasil — um compromisso reconhecido com o Selo Ouro ABVTEX, a certificação ISO 9001 e o título de maior marca de workwear do país. Sem nunca deixar de fardar quem farda desde 1966.

Cada geração recebeu uma herança. E devolveu algo maior.

  • René, que atravessou um oceano sem nada, guiado pela certeza de que o trabalho transforma.
  • René Junior, o herói que construiu, expandiu e resistiu — e entregou à geração seguinte algo muito maior do que havia recebido.
  • René Neto, André e um time extraordinário, que pegaram uma empresa no limite e a tornaram uma marca nacional.

Quem construiu

Feita por gente que ama o que faz.

Na Citerol valorizamos as pessoas. Acreditamos que uma empresa é feita de quem ama o que faz — e por isso cuidamos de quem chega hoje com o mesmo respeito de quem está aqui há quarenta anos. Cuidar de quem faz é o jeito mais honesto de cuidar de quem veste.

Colaboradora da Citerol segurando um cartaz com 45 anos de Citerol
Colaborador da Citerol segurando um cartaz com 45 anos de Citerol
Colaboradora da Citerol segurando um cartaz com 40 anos de Citerol
Colaboradora da Citerol segurando um cartaz com 35 anos de Citerol
Colaborador da Citerol segurando um cartaz com 34 anos de Citerol
Duas colaboradoras da Citerol segurando um cartaz com 25 anos de Citerol

Existem empresas que apenas passam pelo tempo. E existem empresas que são forjadas por ele.

O tempo reconhece os fortes.

Onde estamos

Fábrica em Contagem. Lojas em Minas.
Entrega no Brasil inteiro.

A fábrica e a sede da Citerol, em Contagem, Minas Gerais
Contagem, MGFábrica, centro de distribuição e escritório no mesmo terreno.
Interior de uma loja Citerol: parede de tijolo com o brasão, peças expostas na mesa
Doze lojasEm Belo Horizonte, Contagem, Betim, Ipatinga, Montes Claros, Uberlândia, Uberaba e Juiz de Fora.
Caminhão da Citerol na estrada
Lojas itinerantesTrês caminhões-loja rodam o interior de Minas, com roteiro mensal, onde a Citerol não tem loja.

Tudo o que a Citerol vende sai do mesmo terreno em Contagem. As doze lojas atendem Minas Gerais, as lojas itinerantes levam a loja até quem não tem uma por perto, e o e-commerce entrega em todo o Brasil. Endereços e telefones das lojas estão no rodapé desta página.